Tornam-se públicos os manuais escolares para o ano letivo 2019/2020.

 

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Realizou-se hoje no Auditório do Agrupamento a cerimónia de entrega dos certificados da ação de formação certificada para o pessoal não docente - Prevenção da Negligência, Abusos e Maus-Tratos - com a duração de 25 horas, ministrada pela Dra. Joana Raquel Araújo, Técnica de Intervenção Local para a Turma PIEF, e coordenada pelo Dr. António Carlos Santos, representante do Ministério da Educação na CPCJ do Sabugal.

Esta ação de formação decorreu durante o mês de abril, no âmbito do mês da prevenção dos maus-tratos na infância, e foi promovida pelo Agrupamento de Escolas do Sabugal enquanto entidade com competência em matéria de infância e juventude promotora de boas práticas reconhecidas pela atribuição do primeiro Selo Protetor no distrito da Guarda.


 

No passado dia 14 de maio, os alunos do curso profissional de Ciências Informáticas (Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos - TGEI), do 3.º ano, apresentaram, no Agrupamento de Escolas de Sabugal, os projetos, por eles elaborados, inseridos no âmbito das Provas de Aptidão Profissional (PAP). Fizeram-no perante um júri, constituído por elementos de entidades externas, nomeadamente, Instituto Politécnico da Guarda; Câmara Municipal do Sabugal e Instituto de Emprego e Formação Profissional e pelos professores da componente técnica, bem como o Diretor do Agrupamento.

AS PAPs, fundiram-se numa só, onde cada grupo de alunos contribuiu com o seu projeto. O projeto genérico concebido foi uma “quinta autónoma”, onde se podiam ver: sistema de entrada com código, um alimentador de animais automático, um sistema de iluminação automático, um sistema de rega automático, um elevador de transporte e, para alimentar energeticamente a quinta, um sistema giratório de painéis solares que, simultaneamente, carregava uma bateria. Para ajudar a implementar a “quinta”, foi montado um computador, numa caixa de bebidas, de onde se pôde projetar um Website alusivo aos monumentos do Concelho.

Os discentes demonstraram excelência no seu desempenho, tendo-lhes sido dirigidos, por parte das entidades externas, grandes elogios, enaltecendo de forma vigorante, o empenho, a capacidade de trabalho, a criatividade, o poder de argumentação entre outros.

Foi com muito orgulho que se ouviu, de quem está habituado a ser jurado deste tipo de projetos – PAP, quer em escolas públicas quer em escolas privadas, que a performance dos projetos aqui apresentados tinha sobressaído sobremaneira face aos vistos até então!

A avaliação obtida reflete o trabalho desenvolvido pelos alunos, na PAP e ao longo dos 3 anos de curso.

            A diretora de turma e professora da componente técnica Paula Pereira.

Informação aos Alunos e Encarregados de Educação sobre a Norma 02

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A partir desta segunda-feira, 15 de abril, já é possível inscrever as crianças no pré-escolar ou no primeiro ano do ensino obrigatório. Até 15 de junho, os encarregados de educação devem fazer a matrícula, embora não haja nenhuma vantagem em ser o primeiro — a seriação e distribuição são posteriores.

A matrícula pode ser feita através do Portal das Escolas, todavia, para isso precisa de um leitor para o cartão de cidadão, bem como do respetivo PIN. Sem isto, a alternativa é ir à escola sede do agrupamento da área de residência do educando, explica a Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares.

O que tenho de levar?

Tem de apresentar os seguintes documentos: o número de identificação fiscal (NIF) da criança, caso o tenham atribuído; número de utente do Serviço Nacional de Saúde e, caso o tenha, o número de beneficiário de subsistema de saúde; número de identificação da Segurança Social (NISS) da criança, se receber abono de família pago pela Segurança Social. A maioria destes dados está no Cartão de Cidadão.

Deve levar também o comprovativo da morada da área de residência (uma fatura da água ou luz, por exemplo); ou o comprovativo da morada da atividade laboral (uma declaração da empresa). As moradas, contudo, não são o critério com mais peso na decisão da prioridade sobre as vagas. Em primeiro lugar estão as crianças com necessidades educativas especiais; depois, aquelas que têm irmãos no mesmo estabelecimento; seguem-se as crianças com ação social escolar — e só no final entram em jogo as moradas: primeiro a morada da residência, depois a do trabalho do encarregado de educação.

Se o encarregado de educação não for o pai ou A mãe da criança, deve levar ainda os dados relativos à composição do agregado familiar, validados pelo Fisco. Sem prova de que o encarregado de educação partilha a morada fiscal com a criança, não poderá ser encarregado do aluno. Este comprovativo pode ser pedido na sua área reservada no Portal das Finanças — ou, em alternativa, numa Loja do Cidadão ou nos Serviços de Finanças.

Convém verificar ainda se o estabelecimento não exige quaisquer outros documentos para além destes. Para tal, deve consultar as páginas na internet do agrupamento, ou mesmo ligar para lá.

E se passar o prazo?

O período de matrículas só termina a 15 de junho. Ainda assim, se deixar passar o prazo, pode na mesma matricular a criança, porém, para a obtenção de vaga, a prioridade vai para os alunos que apresentaram a matrícula dentro do prazo. O pedido de matrícula fora do tempo deve ser feito na escola da sua área de residência.

Tenho de indicar mesmo cinco escolas?

Convém. Quanto à escolha do estabelecimento, deve indicar sempre que possível cinco estabelecimentos, por ordem de preferência. Quando só é indicada uma preferência, arrisca-se a uma colocação administrativa caso não haja vaga no estabelecimento indicado. Ou seja, apesar de ao indicar cinco escolas não garantir que o aluno vai para aquela que deseja, está a diminuir as hipóteses de ir parar a uma escola que não queira.

E para os outros anos?

A inscrição para outros níveis de ensino segue outro processo — que não arranca já: é preciso esperar pelas notas, no final do ano letivo. A matrícula agora é apenas para os anos do 1.º ano do 1.º ciclo (ou seja, o primeiro ano da escola primária). A matrícula será também necessária para alunos que venham de sistema de ensino internacionais. Para os outros anos, trata-se de renovar a matrícula — e pode ser automática.

A renovação automática de matrícula acontece sempre que o aluno transita de ano, depois de já se ter matriculado pela primeira vez. Do segundo ao nono ano, a renovação de matrícula é feita até ao terceiro dia útil após a resolução da situação escolar do aluno.

Mas para os 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade, a renovação de matrícula é automática. Ou seja, se o aluno não estiver para entrar no 5.º ou 7.º anos, não tem de fazer nada.

Já no 5.º e 7.º, que correspondem a uma mudança de ciclo, deve pedir a renovação de matrícula no Portal das Escolas — ou no agrupamento. O mesmo se aplica para a entrada no 10.º ano.

Onde posso obter mais informações?

Estas informações e outras estão disponíveis num documento da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares e não foram alteradas em relação ao ano passado, altura em que sofreram mudanças após a polémica com as moradas falsas.

Para mais esclarecimentos, pode sempre falar com a escola da sua área de residência.